sexta-feira, 3 de março de 2017

"Faça lá um poema!"

Doença do son(h)o!

O sol foi-se deitar
Com uma doença contagiosa.
Vejam lá, foi-me passar
Uma sonolência vistosa!

Fui ao médico que me receitou
Uma almofada e um cobertor.
O que realmente ajudou
E fiquei melhor, sim senhor!

Por um grande “portão”
Comecei eu a entrar.
O que me dizia a visão,
Nem estava a acreditar!

Era tudo multicolorido,
Com cores de espantar
Ali, eu nunca tinha ido,
Era um lugar singular!

Naquele mundo espantoso,
O “portão” quis desaparecer…
Com força tentei segurá-lo,
Ainda tinha muito para viver…



Lia Almeida    5.º A

Poesia...

A folha

Um rapaz larga uma folha
Para onde é que ela irá?
Será que irá longe?
Será que não morrerá?

Pelo caminho da vida
Diversas coisas irá ver
Animais, plantas
O sol a nascer.

O luar da noite
Os lobos a uivar.
Olhando para o céu
Vê as estrelas a passear!

Bem de manhãzinha
Observa um girassol florido
Um arco-íris gigante
Um mundo colorido!

Por cidades e campos
Os galos da chaminé despertou
O “despertador” começa a tocar
E o Mundo acordou!

Um rapaz larga uma folha…
Que continua a esvoaçar
Um caminho a percorrer
Um destino por conhecer…



Pedro Gabriel   5.º A

DESCRIÇÃO

    

     Mal olhamos para a imagem calma e verdejante, salta  à vista um grande terreno saturado de plantas e de verde, que nos faz sentir a pureza e a serenidade do campo.
    Quando observamos as montanhas altas e intrigantes, lá no fundo, reparamos que também estas estão cobertas de altas árvores para onde apetece correr para as trepar e, observar, por sua vez, um grande aglomerado de casas esbranquiçadas como a neve, com telhados vermelhos como morangos.
     Escondidas por árvores mais altas que girafas, encontramos algumas casas amarelas como o Sol, separadas das outras, mas juntas como grandes amigos.
     Por detrás de tudo isto, encontramos um céu límpido como um chão acabado de lavar, e tão azul como o mar…
     Esta imagem só nos dá vontade de relaxar, estejamos onde estivermos. 

Lia Almeida    5.º A