domingo, 20 de novembro de 2016

S. Martinho

O meu novo amigo!

     Ia eu a passar numa floresta, no dia onze de novembro, quando de repente me apareceu o honrado S. Martinho! Fiquei boquiaberta. Ele vinha num carro de rali cheio de estilo, nada parecido com o S. Martinho da lenda contada pelas pessoas.
     Ele sai do carro e pergunta:
     - O que faz uma jovem como tu na minha floresta?
     - Desculpe, na sua floresta?!
     - Sim, esta floresta foi onde eu dei metade da minha capa a um mendigo –anunciou ele.- E, a partir daquele momento, passou a ser a minha floresta!
     - Desculpe, Sr S. Martinho- continuei eu, ainda espantada com o seu novo visual. – Mas, se é mesmo o S. Martinho, não devia vir num cavalo?
     - Oh, minha menina, esse tempo já lá vai! Eu estou atento às novas modas! Até já aprendi o novo vocabulário dos adolescentes!
     - Está bem, não sabia que o Sr estava tão atualizado! – exclamei eu.
     - Podes chamar-me de Martinho apenas. Nunca fui muito rigoroso com isso. E, ainda por cima, agora somos amigos!
     - Sim, Sr…, quer dizer, Martinho.- engasguei-me eu. - Queres conhecer a minha terra?
     - Fica para outro dia. Talvez amanhã. Só uma pergunta: como te chamas?
     - Matilde.

     - Então, até breve, Matilde!

Matilde Antunes  5.ºA

domingo, 13 de novembro de 2016

Texto narrativo

Como uma gaivota mudou tudo

     Era um lindo dia de verão, quando das imensas e profundas águas do oceano, surge à superfície uma bela sereia. Esta chamava-se  Melania e, na sua pura e húmida pele macia, brilhava a inocência de uma criança de cinco anos.
    Enquanto olhava o mar imenso em seu redor, Melania avistou uma gaivota. Curiosa, perguntou, mal a gaivota chegara ao seu nível:
     -Quem és tu? Conta-me a tua história.
     -Que menina curiosa és tu! – respondeu a gaivota. -Mas está bem. Eu sou a gaivota Marlene e sou a mais viajada de todas. Vou contar-te algumas das minhas aventuras.
     Os olhos de Melania refletiam o seu infinito entusiasmo.
   - Uma vez ,enquanto viajava até a imensa ilha de Madagáscar, enfrentei corajosamente tubarões-brancos! Estava eu na Antártida, e uma uma foca- leopardo tentou comer–me! E também…
     -Chega! Quero que me leves a todos esses sítios!
     -Muito bem, e por onde queres começar?
     - Pela Austrália! Sempre tive o sonho de visitar o seu inigualável lago cor de rosa !
     Viajaram então em conjunto para aquele grande país, mas quando chegaram à costa, a gaivota teve de pegar na sereia para irem até lá. Felizmente o lago era perto, o que era bom, visto que a sereia não aguentava muito tempo fora de água.

     


     Feliz com a sua visita ao Pink Lake, Melania mergulhou, não se lembrando de que a gaivota não podia mergulhar. Mesmo assim, a gaivota esperou e esperou durante semanas, mas Melania não voltou. Entretanto, esta começou a sentir-se sozinha, e aí percebeu que a gaivota não estava lá. Então, foi à superfície e encontrou- a, já quase a desistir e a partir para sua casa. Transformou- a em sereia também. E, se lá fores, ainda consegues ver duas sereias a brincar.


Lia    5.º A

sábado, 12 de novembro de 2016

Texto narrativo

A viagem



       Era uma vez uma gaivota chamada Bela Vista que já tinha feito muitas viagens à volta do mundo.
    Certo dia, quando ia de partida para a sua vigésima sétima viagem, viu uma sereia. Ela tinha longos cabelos ruivos, olhos verdes como as esmeraldas, um colar de madrepérola e uma cauda cor de laranja.
      A gaivota chamou-a e quando parou em cima de um rochedo, ela veio.  Perguntou:
      - Como é que se chama, gaivota?
      - Chamo-me Bela Vista, e você? – perguntou a gaivota.
      - Eu chamo-me Juba Ruiva. – disse ela.
      A gaivota, como não tinha ninguém para a acompanhar, perguntou-lhe se queria ir com ela. Muito agradecida com o convite, aceitou. E começaram a viagem.
      Primeiro foram até à India. Para a levar até ao mercado, a gaivota pediu ajuda ao grande Mestre da cidade de Macchory, que os ajudou fazendo um feitiço para que a cauda da sereia se transformasse em pernas humanas e assim caminharam pela cidade.
      No fim do dia foram-se embora para outra cidade chamada Royal. Aí tentaram caçar a gaivota, mas a sereia impediu que a atingissem, hipnotizando-os com a sua canção.
     Já fartos de andar a pé, decidiram voltar para as suas casas no continente Europeu, no Oceano Atlântico, uma nas profundezas do oceano, outra na praia dos Galapos em Portugal, no distrito de Setúbal.


Laura Henriques 5.ºA Nº6  

Texto narrativo

A magia da gaivota


 


     Estava uma sereia a nadar à superfície das águas do mar quando apareceu uma gaivota cheia de energia para percorrer o mundo. A sereia, cheia de curiosidade, aproximou-se mais e chamou-a, perguntando:
    -Para onde vais com tanta energia?
    -Vou percorrer o mundo - respondeu a gaivota.
    -Percorrer o mundo? Mas, o que é o mundo?
    -Não te consigo explicar, mas se vieres comigo mostrar-te-ei como é.
    A sereia, muito animada, lembrou-se que não podia sair da água e disse-o à gaivota. Ela lançou-lhe um feitiço, o feitiço de poder ter asas e ter pernas. A sereia estava a afogar-se, mas a gaivota não deixou. Pegou nela e levou-a para a costa. Chegaram à costa e a gaivota ensinou-lhe algumas coisas que a sereia precisava de saber para fazer aquela viagem. A sereia estava ansiosa por experimentar voar, caminhar e fazer essas coisas. Quando a gaivota disse que ela podia voar, ela ficou emocionada, mas também com um bocadinho de medo. Mas tendo ouvido os conselhos da gaivota, ela encorajou-se e começou a voar atrás dela sem saber onde estava nem para onde ia. Acabaram de atravessar o mar e a gaivota deu-lhe sinal que podia ir para baixo. A gaivota mostrou-lhe as árvores, as flores, todos os tipos de comida, todos os tipos de danças, tudo até chegar a noite.
     Foram outra vez para a costa e a gaivota desfez o feitiço dizendo que a sereia podia ir para o seu destino.


Ana Rita  5.º A

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Poesia

Outono
 Corre o rio sem parar
- Onde vais passarinho?
- Vou para outro lado
Pois aqui está frio.
Continua o rio a correr
Vê uma árvore e pergunta:
- Porque estás nua?
- Porque vou estar mais tempo
Com a minha amiga Lua.
Continua o rio a correr
E encontra o vento e pergunta:
- Porque estás tão zangado?
- Não estou zangado, estou apressado.
De repente o rio lembrou-se
Que era outono!
Santiago nº 18
João nº 4
5º A

domingo, 6 de novembro de 2016

LIVROS...

    
  Um livro é uma viagem sem custo à ilha da imaginação, à vila dos acontecimentos, à cidade da aventura, ao arquipélago da emoção, ao país das maravilhas…


Guilherme 5.º A

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

OUTONO...

O assalto à Mercearia
 
Era uma vez uma pequena aldeia do Oriente onde dois velhos senhores viviam numa casa, numa árvore. Por baixo dessa casa existia uma mercearia chamada “Mercearia da Bolota”. Tal nome foi-lhe atribuído, porque o pai da atual dona, a D. Uva, se chamava Sr. Bolota.
Certo dia, frutos começaram a desaparecer. D. Uva desconfiou do gangue dos roedores, um gangue de esquilos ladrões comandados por um esquilo maior e mais forte, o Musculoso!
D. Uva contactou de imediato o seu pai, o Sr. Bolota. Logo de seguida, chamaram o Sr. Nozes e a Srª. Castanhas, porque já conheciam aquela aldeia e os seus habitantes há muitos anos.
- Temos de intervir! – exclamou a Srª. Castanhas.
Enquanto a D. Uva, o seu pai e a Srª. Castanhas discutiam a solução do assunto, o Sr. Nozes afastou-se, ligou para a polícia e sussurrou:
- Queria denunciar um caso! – anunciou o velho.
- Diga – declarou o sargento Figo.
- O Musculoso e o seu gangue voltaram a atacar! Desta vez na Mercearia!
            - Certo, vamos já tratar disso!                                                                                               
E o sargento desligou.
D. Uva tinha dado falta do Sr. Nozes, mas continuou a discutir com o pai e com a Srª. Castanhas.
- Onde te meteste?- interrogou o sr. Bolota.
- Não se preocupem, que o caso já está a ser tratado pela polícia – explicou o Sr. Nozes.
- O quê? – admirou-se D. Uva.
- Sim ouviram bem! O gangue a esta hora já deve estar a  ser interrogado!
- Está bem, mas da próxima vez avisa antes!
Posto isso, o Musculoso e o seu gangue não vão atacar a aldeia assim tão cedo!




Trabalho efetuado por:
Matilde Antunes
Gabriel Campos
Patrícia Oliveira
5.º A


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Outono - poema

O outono é…


O outono é um gigante
Que já é tão velhinho
Que já está despido
E muito cansadinho.

O outono é uma nuvem cinzenta
Que não gosta de estar sozinha
E só para de choramingar
Quando o sol se avizinha.

O outono é uma árvore
De folhas coloridas e geladas
De frutos deliciosos e frios
E formigas congeladas.

O outono é um amigo
Muito divertido
Dá-nos castanhas
E acha-se convencido!


Marta, Margarida e Tiago  5.º A

terça-feira, 1 de novembro de 2016