segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
S. Martinho
O meu novo amigo!
Ia eu a passar numa floresta, no dia onze
de novembro, quando de repente me apareceu o honrado S. Martinho! Fiquei
boquiaberta. Ele vinha num carro de rali cheio de estilo, nada parecido com o
S. Martinho da lenda contada pelas pessoas.
Ele sai do carro e pergunta:
- O que faz uma jovem como tu na minha
floresta?
- Desculpe, na sua floresta?!
- Sim, esta floresta foi onde eu dei
metade da minha capa a um mendigo –anunciou ele.- E, a partir daquele momento,
passou a ser a minha floresta!
- Desculpe, Sr S. Martinho- continuei eu,
ainda espantada com o seu novo visual. – Mas, se é mesmo o S. Martinho, não
devia vir num cavalo?
- Oh, minha menina, esse tempo já lá vai!
Eu estou atento às novas modas! Até já aprendi o novo vocabulário dos
adolescentes!
- Está bem, não sabia que o Sr estava tão
atualizado! – exclamei eu.
- Podes chamar-me de Martinho apenas. Nunca
fui muito rigoroso com isso. E, ainda por cima, agora somos amigos!
- Sim, Sr…, quer dizer, Martinho.-
engasguei-me eu. - Queres conhecer a minha terra?
- Fica para outro dia. Talvez amanhã. Só
uma pergunta: como te chamas?
- Matilde.
- Então, até breve, Matilde!
Matilde Antunes 5.ºA
domingo, 13 de novembro de 2016
Texto narrativo
Era um lindo dia de verão, quando das imensas e profundas
águas do oceano, surge à superfície uma bela sereia. Esta chamava-se Melania e, na sua pura e húmida pele
macia, brilhava a inocência de uma criança de cinco
anos.
Enquanto olhava o mar imenso em
seu redor, Melania avistou uma gaivota. Curiosa, perguntou, mal a gaivota
chegara ao seu nível:
-Quem és tu? Conta-me a tua
história.
-Que menina curiosa és tu! – respondeu
a gaivota. -Mas está bem. Eu sou a gaivota Marlene e sou a mais viajada de todas.
Vou contar-te algumas das minhas aventuras.
Os olhos de Melania refletiam o
seu infinito entusiasmo.
- Uma vez ,enquanto viajava até a imensa ilha
de Madagáscar, enfrentei corajosamente tubarões-brancos! Estava eu na Antártida,
e uma uma foca- leopardo tentou comer–me! E também…
-Chega! Quero que me leves a
todos esses sítios!
-Muito bem, e por onde queres
começar?
- Pela Austrália! Sempre tive o
sonho de visitar o seu inigualável lago cor de rosa !
Viajaram então em conjunto para
aquele grande país, mas quando chegaram à costa, a gaivota teve de pegar na sereia
para irem até lá. Felizmente o lago era perto, o que era bom, visto que a sereia
não aguentava muito tempo fora de água.Feliz com a sua visita ao Pink Lake, Melania mergulhou, não se lembrando de que a gaivota não podia mergulhar. Mesmo assim, a gaivota esperou e esperou durante semanas, mas Melania não voltou. Entretanto, esta começou a sentir-se sozinha, e aí percebeu que a gaivota não estava lá. Então, foi à superfície e encontrou- a, já quase a desistir e a partir para sua casa. Transformou- a em sereia também. E, se lá fores, ainda consegues ver duas sereias a brincar.
Lia 5.º A
sábado, 12 de novembro de 2016
Texto narrativo
A viagem
Era uma vez uma gaivota chamada Bela Vista que já tinha feito
muitas viagens à volta do mundo.
Certo dia, quando ia de partida para a sua vigésima sétima
viagem, viu uma sereia. Ela tinha longos cabelos ruivos, olhos verdes como as
esmeraldas, um colar de madrepérola e uma cauda cor de laranja.
A gaivota chamou-a e quando parou em cima de um rochedo, ela
veio. Perguntou:
- Como é que se chama, gaivota?
- Chamo-me Bela Vista, e você? – perguntou a gaivota.
- Eu chamo-me Juba Ruiva. – disse ela.
A gaivota, como não tinha ninguém para a acompanhar,
perguntou-lhe se queria ir com ela. Muito agradecida com o convite, aceitou. E começaram a
viagem.
Primeiro foram até à India. Para a levar até ao mercado, a
gaivota pediu ajuda ao grande Mestre da cidade de Macchory, que os ajudou
fazendo um feitiço para que a cauda da sereia se transformasse em pernas
humanas e assim caminharam pela cidade.
No fim do dia foram-se embora para outra cidade chamada
Royal. Aí tentaram caçar a gaivota, mas a sereia impediu que a atingissem,
hipnotizando-os com a sua canção.
Já fartos de andar a pé, decidiram voltar para as suas casas
no continente Europeu, no Oceano Atlântico, uma nas profundezas do oceano,
outra na praia dos Galapos em Portugal, no distrito de Setúbal.
Laura Henriques 5.ºA Nº6
Texto narrativo
A
magia da gaivota
Estava
uma sereia a nadar à superfície das águas do mar quando apareceu uma gaivota
cheia de energia para percorrer o mundo. A sereia, cheia de curiosidade,
aproximou-se mais e chamou-a, perguntando:
-Para
onde vais com tanta energia?
-Vou
percorrer o mundo - respondeu a gaivota.
-Percorrer o mundo? Mas, o que é o mundo?
-Não te
consigo explicar, mas se vieres comigo mostrar-te-ei como é.
A sereia, muito animada, lembrou-se que não
podia sair da água e disse-o à gaivota. Ela lançou-lhe um feitiço, o feitiço de
poder ter asas e ter pernas. A sereia estava a afogar-se, mas a gaivota não
deixou. Pegou nela e levou-a para a costa. Chegaram à costa e a gaivota
ensinou-lhe algumas coisas que a sereia precisava de saber para fazer aquela
viagem. A sereia estava ansiosa por experimentar voar, caminhar e fazer essas
coisas. Quando a gaivota disse que ela podia voar, ela ficou emocionada, mas também
com um bocadinho de medo. Mas tendo ouvido os conselhos da gaivota, ela
encorajou-se e começou a voar atrás dela sem saber onde estava nem para onde
ia. Acabaram de atravessar o mar e a gaivota deu-lhe sinal que podia ir para
baixo. A gaivota mostrou-lhe as árvores, as flores, todos os tipos de comida,
todos os tipos de danças, tudo até chegar a noite.
Foram outra vez para a costa e a gaivota desfez o feitiço dizendo que a
sereia podia ir para o seu destino.
Ana Rita 5.º A
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Poesia
Outono
Corre o rio sem parar
- Onde vais passarinho?
- Vou para outro lado
Pois aqui está frio.
Continua o rio a correr
Vê uma árvore e
pergunta:
- Porque estás nua?
- Porque vou estar mais
tempo
Com a minha amiga Lua.
Continua o rio a correr
E encontra o vento e
pergunta:
- Porque estás tão
zangado?
- Não estou zangado,
estou apressado.
De repente o rio
lembrou-se
Que era outono!
Santiago nº 18
João nº 4
5º A
domingo, 6 de novembro de 2016
LIVROS...
Um livro é uma
viagem sem custo à ilha da imaginação, à vila dos acontecimentos, à cidade da
aventura, ao arquipélago da emoção, ao país das maravilhas…
Guilherme 5.º A
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
OUTONO...
Certo dia,
frutos começaram a desaparecer. D. Uva desconfiou do gangue dos roedores, um
gangue de esquilos ladrões comandados por um esquilo maior e mais forte, o
Musculoso!
D. Uva
contactou de imediato o seu pai, o Sr. Bolota. Logo de seguida, chamaram o Sr.
Nozes e a Srª. Castanhas, porque já conheciam aquela aldeia e os seus
habitantes há muitos anos.
- Temos de
intervir! – exclamou a Srª. Castanhas.
- Queria denunciar
um caso! – anunciou o velho.
- O Musculoso
e o seu gangue voltaram a atacar! Desta vez na Mercearia!
- Certo, vamos já tratar disso!
- Certo, vamos já tratar disso!
D. Uva tinha
dado falta do Sr. Nozes, mas continuou a discutir com o pai e com a Srª.
Castanhas.
- Onde te
meteste?- interrogou o sr. Bolota.
- Não se
preocupem, que o caso já está a ser tratado pela polícia – explicou o Sr.
Nozes.
- O quê? –
admirou-se D. Uva.
- Sim ouviram
bem! O gangue a esta hora já deve estar a ser interrogado!
- Está bem,
mas da próxima vez avisa antes!
Posto isso, o
Musculoso e o seu gangue não vão atacar a aldeia assim tão cedo!
|
|
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Outono - poema
O outono é…
O outono é um gigante
Que já é tão velhinho
Que já está despido
E muito cansadinho.
O outono é uma nuvem cinzenta
Que não gosta de estar sozinha
E só para de choramingar
Quando o sol se avizinha.
O outono é uma árvore
De folhas coloridas e geladas
De frutos deliciosos e frios
E formigas congeladas.
O outono é um amigo
Muito divertido
Dá-nos castanhas
E acha-se convencido!
Marta, Margarida e Tiago 5.º A
Subscrever:
Mensagens (Atom)









